quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Revisão 03 - Tipos e usos de Chaves de Aperto

As principais ferramentas de aperto e desaperto utilizadas na manutenção mecânica envolvendo parafusos, porcas, tubos e canos estão listadas agora.

Figura 01 - Chave de boca ajustável
1.1 - Chave inglesa ou ajustável: Ferramenta para ser utilizada em serviços de aperto ou desaperto, onde requer mudanças e ajustes constantes de medidas do bocal.  Substitui várias medidas de chaves fixas em uma só ferramenta.
Esta ferramenta tem uma aplicação universal. É muito utilizada na mecânica, em trabalhos domésticos e em serviços como montagem de torres e postes de eletrificação, e elementos de fixação roscados. A chave de boca ajustável não deve receber marteladas e nem prolongador no cabo para aumentar o torque.


Figura 02 - Chave de Grifo
1.2 - Chave grifo, stillson ou para cano: ferramenta potente muito comum na manutenção e reparos em hidráulica e serviços gerais na construção civil.
A chave para canos é também conhecida pelos seguintes nomes: chave grifo e chave Stillson. É uma ferramenta específica para instalação e manutenção hidráulica. Sendo regulável, a chave para canos é uma ferramenta versátil e de fácil manuseio. A chave para tubos, também conhecida pelo nome de “Heavy-Duty”, é semelhante à chave para canos, porém mais pesada. Presta-se a serviços pesados. 
Tanto a chave para canos quanto a chave para tubos não devem ser usadas para apertar ou soltar porcas.

1.3 - Chave para tubos de ajuste rápido: inovação IRWIN, chave similar as chaves de tubo com a diferença que se ajustam ao aperto automaticamentre sem necessidade de duas mãos para regulagem.
Figura 03 - Chave para Tubos
Com sua abertura até 2-1/4" (58mm), faz o mesmo trabalho das chaves de 12" e 14". Ergonômico, garante uma empunhadura forte, confortável e sem escorregões. Seu corpo em alumínio injetado a torna robusta, porém 43% mais leve que uma chave comum de 14"

1.4 - Chave fixa - A chave fixa, também conhecida pelo nome de chave de boca fixa, é utilizada para apertar ou afrouxar porcas e parafusos de perfil quadrado ou sextavado.
Figura 04 - Chave Fixa
Pode apresentar uma ou duas bocas com medidas expressas em milímetros ou polegadas. Chave fixa ou chave de boca são abertas na ponta e sempre tem duas medidas diferentes na mesma chave.
Utilizar as chaves com bitolas iguais aos parafusos ou porcas, para que não haja folga. O uso de chaves com bitolas diferentes dos parafusos ou porcas poderá danificar a chave e o parafuso também.

1.5 - Chave estrela  - Esta ferramenta tem o mesmo campo de aplicação da chave de boca fixa, porém diversifica-se em termos de modelos, cada qual para um uso específico.
Figura 05 - Chave Estrela
Por ser totalmente fechada, abraça de maneira mais segura o parafuso ou porca.
Chaves estrela são parecidas, porém são fechadas e possuem o tamanho certo da peça a ser parafusada ou desparafusada. Podem ser sextavadas ou estriadas. Também possuem duas medidas diferentes, uma em cada extremidade. 
Chave estrela com geometria estriada é indicada para fazer apertos e desapertos iniciais, possibilitando torques superiores e mais seguros através da maior quantidade de pontos de contato com o parafuso. Sempre que possível, mantenha a boca da chave estrela perfeitamente assentada sobre a porca ou cabeça do parafuso.

1.6 - Chave combinada - A chave combinada também recebe o nome de chave de boca combinada.
Figura 06 - Chave Combinada
Sua aplicação envolve trabalhos com porcas e parafusos, sextavados ou quadrados. A chave combinada é extremamente prática, pois possui em uma das extremidades uma boca fixa, e na outra extremidade uma boca estrela. A vantagem desse tipo de chave é facilitar o trabalho, porque se uma das bocas não puder ser utilizada em parafusos ou porcas de difícil acesso, a outra boca poderá resolver o problema.
Chaves fixas, chaves estrela e chaves combinadas não devem ser batidas com martelos. Se martelarmos essas chaves, o risco de quebrá-las é alto. Se houver necessidade de martelar uma chave de aperto e desaperto para retirar um parafuso ou uma porca de um alojamento, deve-se usar as chamadas chaves de bater, que são apropriadas para receber impactos.

1.7 - Chave com catraca: esta chave é uma evolução da chave combinada. trata-se da união da chave fixa com a chave catraca.
Figura 07 - Chave com catraca
Com suas extremidades podendo ser móveis, facilitam muito o acesso a locais difíceis com pouco espaço para o processo.
Chave catraca: Para trabalhos com soquetes no aperto ou desaperto de componentes. São encontradas com encaixes de ¼” até 1” dependendo da aplicação. Quando for possível utilize a chave combinada com catraca, pois isto agiliza a operação.

Figura 08 - Chave de Impacto
1.8 - Chaves de impacto - Há dois tipos de chaves de bater: a chave fixa de bater e a chave estrela de bater. As chaves fixa de bater e estrela de bater são ferramentas indicadas para trabalhos pesados. Possuem em uma de suas extremidades reforço para receber impactos de martelos ou marretas, conforme seu tamanho.

1.9 - Soquetes - Dentro da linha de ferramentas mecânicas, este tipo é o mais amplo e versátil, em virtude da gama de acessórios oferecidos, que tornam a ferramenta prática. Os soquetes podem apresentar o perfil sextavado ou estriado e adaptam-se facilmente em catracas, manivelas, juntas universais etc., pertencentes à categoria de acessórios.
Dentro da categoria de soquetes, há os de impacto que possuem boca sextavada, oitavada, quadrada e tangencial, com ou sem ímã embutido. Esses soquetes são utilizados em parafusadeiras, em chaves de impacto elétricas ou pneumáticas, pois apresentam paredes reforçadas. Os soquetes de impacto apresentam concentricidade perfeita, o que reduz ao mínimo as vibrações provocadas pela alta rotação das máquinas onde são acoplados. Os soquetes comuns não devem ser utilizados em máquinas elétricas ou pneumáticas, pois não resistem às altas velocidades e aos esforços tangenciais provocados pelas máquinas em rotação. 
Figura 09 - Chave Catraca e soquetes
A chave soquete, pela sua versatilidade, permite alcançar parafusos e porcas em locais onde outros tipos de chaves não chegam. Soquetes e acessórios que, devidamente acoplados, resultam em chaves soquete. Soquete (“cachimbo” ou “pito”) são largamente utilizados na indústria metal-mecânica, automobilística e manutenções em geral para trabalhos de aperto e desaperto de porcas e parafusos. Vendidos avulsos ou em jogos são encontrados em milímetros ou polegadas com encaixes sextavados ou estrelados. De acordo com o serviço a ser executado podem se encaixar em chaves catraca com quadrado de ¼”, 3/8” , ½” , ¾” ou 1” .

1.10 - Chave “L”: Muito utilizada por mecânicos na manutenção automotiva. Com duas “bocas” de aperto são parecidas com as chaves canhão e por serem longas são usadas em locais de difícil acesso. 

DICAS DE UTILIZAÇÃO
Sempre usar a chave perpendicular ao eixo do parafuso ou porca. Isto aumenta a vida útil da ferramenta e torna a operação mais segura. Ao utilizar uma chave não puxe a chave na direção do corpo, e sim empurre.
Não utilizar canos ou barras extensoras para atingir maiores torques. Ao aumentar a distância da aplicação da força, aumenta-se o torque que pode ser fornecido aos soquetes e, consequentemente ao parafuso ou
porca, além de se correr o risco de quebrar a ferramenta.
Não golpear as chaves com martelos ou outros objetos as chaves para soltar cabeças de parafusos ou porcas encravadas. Elas não foram desenvolvidas para receber este tipo de impacto.
A falta de atenção para estes cuidados poderá resultar no escapamento da chave com consequente risco de acidente. 

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 31/05/2016.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Revisão 02 - Tipos e usos de Alicates

Uma família de ferramentas muito empregadas em trabalhos mecânicos: os alicates. Alicate pode ser definido como uma ferramenta de aço forjado composta de dois braços e um pino de articulação. Em uma das extremidades de cada braço existem garras, cortes e pontas que servem para segurar, cortar, dobrar, colocar e retirar peças de determinadas montagens. Existem vários modelos de alicate, cada um adequado a um tipo de trabalho.

1.1 - Alicate universal - É o modelo mais conhecido e usado de toda família de alicates. 
Figura 01 - Alicate Universal
Os tipos existentes no mercado variam principalmente no acabamento e formato da cabeça. Os braços podem ser plastificados ou não. Quanto ao acabamento, esse alicate pode ser oxidado, cromado, polido ou simplesmente lixado. Quanto à resistência mecânica, o alicate universal pode ser temperado ou não. Quanto ao comprimento, as medidas de mercado variam de 150 mm a 255 mm. O alicate universal é utilizado para segurar, cortar e dobrar. É um alicate de uso geral para corte, aperto ou torção de fios e arames. Utilizado, principalmente em manutenção elétrica, também podendo ser utilizado em vários outros tipos de serviços e aplicações.

Figura 02 - Alicate de Corte Diagonal
1.2 - Alicate de corte diagonal: específico para corte de fios. Utilizado para corte de fios e cabos na manutenção eletro-eletrônica, informática, predial e automotiva. Alguns profissionais o utilizam, como descascador de fios.
O Alicate de Corte serve para cortar chapas, arames e fios. Podendo ser de Corte Diagonal ou Corte Frontal.

1.3 - Alicate bico: alicate com a ponta fina para uso em manutenção elétrica em locais de difícil acesso. Serve para torção e corte de fios e cabos.
Figura 03 - Alicate de Bico Chato
Também utilizado para trabalhos artesanais com arames e chapas finas. Estes alicates podem ser com bico reto ou bico curvo.
Alicate bico redondo: alicate com a ponta redonda para uso em manutenção elétrica para torção de fios e cabos. Também utilizado para trabalhos artesanais com arames e fios.
O Alicate de Bico é utilizado em serviços de mecânica e eletricidade. Podendo ser de Bico redondo ou Bico chato.

Figura 04 - Alicate de eixo Móvel
1.4 - Alicate de Eixo Móvel, Alicate bomba d’água ou bico de papagaio: utilizado na manutenção hidráulica para colocação, aperto e torção de canos e tubos, colocação de porcas e torneiras. Por ser um alicate com aberturas múltiplas dos mordentes, pode ser usado em porcas e roscas com diâmetros grandes.
O Alicate de Eixo Móvel é utilizado para trabalhar com peças cilíndricas, sendo sua  articulação móvel, para possibilitar maior abertura.

Figura 05 - Alicate Groovelock
1.5 - Alicate Groovelock: inovação do alicate tipo bomba d'água, onde a abertura das mandíbulas é feita com simples apertar de botão central. Para apertos e desapertos de porcas e parafusos de diversas medidas. Alicate desenvolvido pelo fabricante IRWIN.

1.6 - Alicate decapador de fios: Apropriado para facilitar o trabalho na manutenção elétrica na colocação de terminais, solda de fios e cabos em geral, desencapam na ponta do fio ou no meio para emendas.
Figura 06 - Alicate Decapador
Existem vários modelos no mercado que, dependendo da aplicação e freqüência de uso, poderão se adaptar melhor ao serviço.
É bastante simples e se assemelha a um alicate. Regula-se a abertura das lâminas de acordo com o diâmetro do condutor a ser desencapado.
Outro tipo de desencapador é o desarme automático. Nele existem orifícios com diâmetros reguláveis correspondentes aos diversos condutores. Ao pressionar suas hastes, tanto o corte como a remoção da isolação são executados.

Figura 06 - Alicate para Anéis
1.7 - Alicate para anéis: existem dois tipos: para anéis internos e para anéis externos. Parecidos com alicates de bico meia cana, possuem em suas extremidades duas pontas bem finas para encaixar no olhal dos anéis de retenção.
Podem ser de bico curvo ou bico reto para melhor chegar ao local onde se encontram os anéis. A medida de maior saída é de 7 polegadas de comprimento. 
É uma ferramenta utilizada para remover anéis de segmento, também chamados de anéis de segurança ou anéis elásticos.
Figura 08 - Alicate para Fazendeiro
O uso desses alicates exige bastante atenção, pois suas pontas, ao serem introduzidas nos furos dos anéis, podem fazer com que eles escapem abruptamente, atingindo pessoas que estejam por perto. Os alicates para anéis de segmento interno e externo podem apresentar as pontas retas ou curvas.

1.8 - Alicate para fazendeiro: Alicate desenvolvido para facilitar o trabalho no campo. Possui várias finalidades como corte, esticador, puxador de grampos, martelo e recolocação de ferpas em cercas. Ideal para uso em chácaras, sítios e fazendas.

Figura 09 - Alicate de Pressão
1.9 - Alicate de pressão - É uma ferramenta manual destinada a segurar, puxar, dobrar e girar objetos de formatos variados. Em trabalhos leves, tem a função de uma morsa. Possui regulagem de abertura das garras e variação no tipo de mordente, segundo o fabricante. Observe um alicate de pressão e os formatos dos perfis de algumas peças que ele pode prender.
O alicate de pressão é versátil para aperto de porcas e parafusos. Na fixação de produtos para colar ou soldar. De fácil regulagem através do parafuso no cabo, exerce grande pressão de aperto onde for utilizado. O Alicate de Pressão trabalha por pressão e dá um aperto firme ás peças, sendo sua pressão regulada por intermédio de um parafuso existente na extremidade.

Figura 10 - Alicate Rebitador
1.10 - Alicate Rebitador Manual: Alicate para aplicação de rebites na junção de metais, lonas e couro. Normalmente acompanham quatro bicos para diferentes tamanhos de rebites. Podem ter a cabeça fixa ou giratória para aplicações em locais de difícil acesso.
Alicate Rebitador
Alicate usado para efetuar a fixação de peças com rebites. O Procedimento de Rebitagem e efetuado da seguinte maneira: Coloca-se o rebite no furo; O rebitador agarra o mandril. O rebitador traciona o mandril e a cabeça deste efetua a rebitagem, que estará completa com o final destaque da haste. A rebitagem está concluída e as partes firmemente fixadas.

Folha com Informações tecnológicas sobre alicates estão disponíveis em: 16_06_018 FIT Alicates SRG.

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/06/2016


terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Revisão 01 - Tipos e usos de Chaves de Fenda

Em manutenção mecânica, é comum se usar ferramentas de aperto e desaperto em parafusos e porcas.
Para cada tipo de parafuso e de porca, há uma correspondente chave adequada às necessidades do trabalho a ser realizado. Isto ocorre porque tanto as chaves quanto as porcas e os parafusos são fabricados dentro de normas padronizadas mundialmente.
Pois bem, para assegurar o contato máximo entre as faces da porca e as faces dos mordentes das chaves de aperto e desaperto, estas deverão ser introduzidas a fundo e perpendicularmente ao eixo do parafuso ou rosca.
No caso de parafusos ou porcas com diâmetros nominais de até 16 mm, a ação de uma única mão na extremidade do cabo da chave é suficiente para o travamento necessário. Não se deve usar prolongadores para melhorar a fixação, pois essa medida poderá contribuir para a quebra da chave ou rompimento do parafuso.

Uma família de ferramentas muito empregadas em trabalhos mecânicos são as chaves de fenda.

Fig. 1 - Chave de Fenda
1.1 - Chaves de fenda: Para apertar ou soltar parafusos. Existem vários tamanhos de acordo com as medidas dos parafusos a serem apertados ou de acordo com os espaços em que será feito o trabalho. Chaves com ponta fenda são para grandes esforços de aperto e ponta philips (ou ponta cruzada) para esforços menores, desenvolvida para não “espanar” o parafuso ou a rosca. Cada fabricante desenvolve tipos diferentes de cabos: cabos emborrachados, plásticos, quadrados, triangulares. Escolha o que melhor se adaptar e suas mãos.

Fig. 2 - Chave Torx
1.2 - Chave torx: Desenvolvida para serviços com parafusos “torx”, muito usado em automóveis. No formato parecido com uma estrela, possuem seis pontos de apoio para o aperto ou desaperto do parafuso.
Chave Sextavada (Allen): Especial para parafusos com encaixe sextavado. Muito utilizada na indústria mecânica e automobilística. Para trabalhos em locais de difícil acesso, também foi desenvolvida a chave allen com ponta abaulada para ser usada inclinada.

Fig. 3 - Chave Allen
1.3 - Chave Allen - A chave Allen, também conhecida pelo nome de chave hexagonal ou sextavada, é utilizada para fixar ou soltar parafusos com sextavados internos. O tipo de chave Allen mais conhecido apresenta o perfil do corpo em L, o que possibilita o efeito de alavanca durante o aperto ou desaperto de parafusos. Muito utilizada na indústria mecânica e automobilística para trabalhos em locais de difícil acesso, também foi desenvolvida a chave allen com ponta abaulada para ser usada inclinada.
Antes de usar uma chave Allen, deve-se verificar se o sextavado interno do parafuso encontra-se isento de tinta ou sujeira. Tinta e sujeira impedem o encaixe perfeito da chave e podem causar acidentes em quem estiver manuseando.

Fig. 4 - Chave Phillips
1.4 - Chave Phillips - A extremidade da haste, oposta ao cabo, nesse modelo de chave, tem a forma em cruz. Esse formato é ideal para os parafusos Phillips que apresentam fendas cruzadas.
Há também no mercado a chave Phillips angular dupla, conforme figura abaixo.
É uma ferramenta utilizada em mecânica para apertar e soltar parafusos grandes quando se exige o emprego de muita força. Com o sextavado na haste, o operador pode, usando uma chave de boca fixa, aumentar o torque da ferramenta sem precisar de maior esforço. Esse modelo também é encontrado com a fenda cruzada (modelo Phillips). 
Tanto as chaves de fenda Phillips quanto as chaves de fenda com sextavado não devem ser utilizadas como talhadeiras ou alavancas.

Fig. 5 - Chave Canhão
1.5 - Chave canhão: Chave especial para colocação ou retirada de parafusos e porcas em locais de difícil acesso. Podem ser com haste maciça ou tubular. Esta última facilita a retirada de porcas quando o parafuso é muito longo.

Folha com Informações tecnológicas sobre chaves de fendas estão disponíveis em: 16_06_017 FIT Chaves de fendas SRG.

© Direitos de autor. 2016: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/04/2025

sábado, 19 de dezembro de 2015

Atividade Prática 29 - Operações Mecânicas para montagem de painéis

Para montagem de painéis iremos: medir (01), traçar (02), puncionar (03), furar (04), escariar (05), vazar (06), serrar trilho em ângulo reto (07), cortar canaleta em meia esquadria (08), rebarbar e limar trilhos e canaletas (09), fixar trilhos e canaletas com rebite (10), fixar componentes com parafusos (11).

Desenho 01 está disponível em:
 Painel de partida de motores.
Atividade Prática 01 - Medir componentes: Iremos medir com trena, régua graduada, paquímetro e micrômetro iremos utilizar os componentes a serem instalados na tampa e fundo de um painel elétrico industrial.
Este componentes são utilizados para controlar uma máquina e/ou equipamento.
Para medir peças maiores iremos utilizar a fita métrica metálica retrátil (TRENA).
Para medidas dos componentes iremos utilizar a Régua graduada sem encosto onde cada centímetro na escala encontra-se dividido em 10 partes iguais e cada parte equivale a 1 mm. Assim, a leitura pode ser feita em milímetro.
Já o paquímetro será usado para medir as dimensões lineares internas e externas dos furos das peças.
Neste caso, as dimensões do painel e dos componentes devem  comparadas com o desenho da tampa e fundo do painel, se dimensões forem diferentes do desenho em razão do produto disponível no mercado local o desenho deve ser alterado para que as próximas etapas da produção sejam realizadas de maneira correta.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 01: Medir componentes e placa de montagem.

Desenho 02 está disponível em:
 Traçar e puncionar tampa.
Atividade Prática 02 - Traçar chapas: Os pontos para traçagem deve ter como referência o centro dos furos onde serão instalados os componentes eletromecânicos conforme desenho técnico.
O desenho da placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas está disponível no link junto com a figura. O ponto de referência para inicio da traçagem e puncionamento é o centro (vertical) e a borda superior (horizontal). Este trabalho deve ser realizado com atenção pois erros de puncionamentos não podem ser reparados uma vez que marca a peça. A traçagem deve ser realizada sobre a mesa de trabalho que deve estar organizada.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 02: Traçar placa de montagem.


Desenho 03 está disponível em:
 Traçar e puncionar fundo.
Atividade Prática 03 - Puncionar chapas. Os pontos para puncionamento deve ter sidos traçados  o centro dos furos onde serão instalados os componentes eletromecânicos conforme desenho técnico.
O desenho da placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas está disponível no link junto com a figura. O ponto de referência para inicio da traçagem e puncionamento é o centro (vertical) e a borda superior (horizontal). Este trabalho deve ser realizado com atenção pois erros de puncionamentos não podem ser reparados uma vez que marca a peça. O puncionamento deve ser realizado em cepo sobre bancada que deve estar organizada.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 03: Puncionar placa de montagem.

Desenho 04 (05) está disponível em:
Furar e escariar furos da tampa.
Atividade Prática 04 - Furar chapas: Os pontos de furação deve ter como referência o centro dos furos onde serão instalados os componentes eletromecânicos conforme puncionamento. O desenho da placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas está disponível no link junto com a figura.
Este trabalho deve ser realizado com atenção pois erros na furação não podem ser reparados uma vez que marca a peça. A furação deve ser realizada em furadeira de bancada e broca helicoidal com as peças presas por morsa e calço.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 04: Furar placa de montagem.

Desenho 06 está disponível em:
 
Vazar tampa do painel.
Atividade Prática 05 - Escariar chapas: Para a atividade de escariar rebarbas de furos em chapas iremos utilizar a tampa e fundo de um painel elétrico industrial. Os pontos a serem escariados são os furos de Ø5 e Ø6 mm que deve ter como referência o centro dos furos onde serão instalados os componentes eletromecânicos conforme furação. O desenho da placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas está disponível no link junto com a figura 04.
Este trabalho deve ser realizado com atenção pois erros não podem ser reparados uma vez que marca a peça. O escariamento de furo deve ser realizado com a furadeira de bancada em baixa velocidade e escariador cônico com as peças presas por morsa e calço .
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 05: Escariar placa de montagem.

Atividade Prática 06 - Vazar chapas. Para a atividade de vazar furos em chapas iremos utilizar a tampa e fundo de um painel elétrico industrial. Os pontos a serem vazados são os furos de Ø22 mm e de Ø45 mm  que deve ter como referência o centro dos furos onde serão instalados os componentes eletromecânicos conforme furação.
O desenho da placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas está disponível no link junto com a figura. Este trabalho deve ser realizado com atenção com o Vazador Hidráulico em bancada.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 06: Vazar placa de montagem.
Desenho 07 (09) está disponível em:
  
Cortar trilho do painel.

Atividade Prática 07 - Serrar trilhos em ângulo reto. Para esta atividade iremos serrar trilhos em ângulo reto com serra manual. Neste trilho serão montados os disjuntores, contatores e demais componentes do painel. O desenho da placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas está disponível no link junto com a figura.
Este trabalho deve ser realizado com atenção, com Serra Manual em bancada com morsa onde o trilho será preso, o gabarito será preso por grampos sobre calços para não danificar a bancada.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 07: Serrar Trilhos de painel.

Atividade Prática 08 - Serrar canaletas em meia esquadria: Para esta atividade iremos serrar  canaletas em ângulo de 45 graus com serra manual. As canaletas servem para organização e proteção dos cabos elétricos utilizados no painel. O desenho da placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas está disponível no link junto com a figura.
Este trabalho deve ser realizado com atenção, com Serra Manual em bancada com morsa onde o trilho será preso, o gabarito será preso por grampos sobre calços para não danificar a bancada.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 08: Serrar canaletas de painel. 

Desenho 08 (09) está disponível
 em: 
Cortar canaletas do painel.
Atividade Prática 09 - Limar canaletas e trilhos: Para esta atividade iremos tirar as rebarbas do recorte do painel, de canaletas e trilhos com lima, estas rebarbas são as aspereza que surgem na superfície das canaletas e trilhos após o recorte executados com serra manual devem ser retiradas com lima murça reta em movimento diagonal. Rebarbas nas canaletas podem danificar a isolação dos cabos elétricos utilizados no painel e rebarbas do recorte e trilhos podem causar ferimentos. O desenho do trilho utilizados na placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas estará disponível no link junto com a figura.
Este trabalho deve ser realizado com atenção, com lima em bancada com morsa onde o trilho e canaletas serão presos.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 09: Rebarbar trilhos e canaletas de painel. 
 Desenho 10 está disponível 
em: Posição de componentes em painel
Atividade Prática 10 - Fixar canaletas e trilhos: Para esta atividade iremos fixar canaletas e trilhos com rebite de repuxo. As canaletas servem para organização e proteção dos cabos elétricos utilizados no painel e o trilho para fixação dos componentes. O desenho da placa de montagem para aprendizagem de operações mecânicas está disponível no link junto com a figura.
Este trabalho deve ser realizado com atenção e deve-se conferir a posição o esquadrejamento com escala e esquadro em bancada, as canaletas e trilhos serão fixo com rebite e alicate rebitador sobre a bancada.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 10: Fixar canaletas e trilhos em painel.
Atividade Prática 11 - Fixar componentes com parafusoPara esta atividade iremos fixar os componentes com parafusos. Os componentes servem para controle e proteção de motores elétricos utilizados no painel e o trilo para fixação dos componentes. 
Este trabalho deve ser realizado com atenção e deve-se conferir o e parafuso e a posição. Os parafusos serão fixos com chaves de fenda e parafusos e chaves fixas sobre a bancada.
A folha com o procedimento de trabalho está disponível no link: Tarefa 11: Fixar com parafusos.
© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/08/2015.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Atividade Prática 28 - Partida de motor com Soft-Starter em 24Vcc

Figura 01 - Esquema de ligação para
 Partida de motor com Soft-Starter.
A chave de partida suave possui em cada uma das fases dois tiristores ligados em antiparalelo. Isto significa um tiristor para o semi-ciclo positivo e um tiristor para o semi-ciclo negativo. Através do controle do ângulo de fase, o valor eficaz da tensão do motor é aumentado a partir de uma tensão inicial ajustável ou um torque também ajustável através de diferentes procedimentos de controle sobre a tensão nominal do motor, dentro de um tempo de partida selecionável. A corrente do motor mantém-se proporcional à tensão aplicada no motor. Com isto, a corrente de partida é reduzida pelo fator da tensão aplicada no motor. O torque mantém-se ao quadrado da tensão aplicada no motor.
Com isto, o torque de partida é reduzido na relação quadrada à tensão aplicada no motor.
Figura 02 - Painel para Partida de motor com Soft-Starter.
A programação é realizada através de trimpot e dip switch toda a programação necessária para acionar qualquer tipo de carga. 
Rampa de Tensão: Permite a aceleração e/ou desaceleração suave, através de rampas de tensão. 
Limitação de Corrente: Permite ajustar o limite de corrente durante a partida, de acordo com as necessidades da aplicação. 
Kick Start em Tensão: Permite um pulso inicial de tensão, que aplicado ao motor proporciona um reforço de torque inicial a partida, necessária para a partida de cargas com elevado atrito estático. 
Bypass Incorporado: Minimiza as perdas de potência e a dissipação de calor nos tiristores, proporcionando redução de espaço e contribuindo para economia de energia. 
Disposição de componentes disponível em: 18_10_01 Painel de Partida Suave SSW05 - 24v;
Diagrama elétrico de Partida Suave de Motor com Soft Starter disponível em:  18_10_01 Partida Suave SSW05 - 24v;
© Direitos de autor. 2012: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 22/10/2018

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Atividade Prática 27 - Partida de Motor Dahlander com CLP

Este desenho está disponível em:
15_09_009 Dahlander CLP2
O motor dahlander é um motor trifásico que permite seu acionamento em duas velocidades diferentes, nesta partida as duas velocidades serão selecionadas por botões. 
Para haver a mudança de velocidade alta para baixa o motor deverá ser desligado. 
Somente a bobina K2 deve ser energizada fechando seus contatos principais e permitindo que as três fases RST cheguem aos bornes UVW (2) do motor que ligará em baixa rotação.
Desenergizando a bobina K2 e energizando as bobinas K1 e K3 fecham seus contatos principais e as três fase energizam UVW (1) através de K1 enquanto que K3 fecha curto em UVW (2). 
Pressionando
Ao acionar o sensor indutivo SI1, a bobina do contator K2 é energizada fechando seus contatos principais e alimentando o motor através de U, V e W (2) e, portanto, baixa rotação. 
Este desenho está disponível em:
15_10_031 Ladder Dahlander
Ao acionar o sensor capacitivo SC1, as bobinas de K2 e K3 serão energizadas fechando os contatos principais de K2 que alimentará U, V e W (1) e K3 que fechará um curto em U, V, e W (2) e, portanto, alta rotação. Este comando possui um inter-travamento que só permitirá a mudança de baixa velocidade para alta. A redução de velocidade só ocorre após o motor ser desligado. 

© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 31/09/2015

domingo, 6 de dezembro de 2015

Atividade Prática 26 - Partida e Reversão de Motor de Indução com CLP

A partida com reversão proporciona ao operador, duas botoeiras, uma para que o motor gire no sentido horário e outra no sentido anti-horário.
Figura 01 - Partida Direta com Reversão com CLP
O Diagrama elétrico para partida e reversão de motor indução trifásico com CLP, tem o esquema de ligação mostrado na figura abaixo:
Funcionamento está descrito abaixo nas etapas de sinalização e funcionamento: 
  1. O sinaleiro H0 sonoro vermelho pulsante indicará emergência acionado. 
  2. O sinaleiro H1 verde indica painel energizado. 
  3. LIGAR: Estando sob tensão os bornes R,S ,T e o circuito de comando. Apertando-se a botoeira S1 - Verde, a bobina do contator K1 ( A1, A2) será energizada, através do Controlador Lógico Programável (CLP) esta ação faz fechar os contatos principais do contator K1 (1 com 2; 3 com 4; 5 com 6) e o motor funcionará no sentido horário. O contato normal aberto K1 (23,24) é responsável por ligar o sinaleiro H2 verde que se mantém energizado enquanto o motor funciona no sentido horário.
    Figura 02 - Ladder de Partida Direta com Reversão de Motor com CLP
  4. REVERTER: Estando sob tensão os bornes R,S ,T e o circuito de comando. Apertando-se a botoeira S2 - Azul, a bobina do contator K2 ( A1, A2) será energizada através do Controlador Lógico Programável (CLP), esta ação faz fechar os contatos principais do contator K2 (1 com 2; 3 com 4; 5 com 6) e o motor funcionará no sentido anti-horário. O contato normal aberto K2 (23,24) é responsável por ligar o sinaleiro H3 - Azul que se mantém energizado enquanto o motor funciona no sentido anti-horário.
  5. DESLIGAR: Para interromper o funcionamento do contator, pulsamos a botoeira S0 vermelha; este se abrirá, eliminando a alimentação da bobina K1 ou K2 através do Controlador Lógico Programável (CLP)o que provocará a parada do motor.
  6. EMERGÊNCIA: Apertando-se a botoeira S0 vermelha, o sinaleiro H0 - sonoro vermelho pulsante indicará emergência acionado.
Diagrama elétrico de Partida e Reversão de Motor de Indução Trifásico com CLP está disponível em: 17_09_02 Partida Direta e Reversão com CLP ;
Diagrama elétrico Ladder de Partida e Reversão de Motor de Indução Trifásico com CLP está disponível em: 17_09_02 Ladder de Partida Direta e Reversão com CLP ;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/11/2017.

domingo, 29 de novembro de 2015

Atividade Prática 25 - Partida e Reversão de Motor de Indução em 24Vcc


Figura 01 - Partida Direta com Reversão em 24Vcc
A partida com reversão proporciona ao operador, duas botoeiras, uma para que o motor gire no sentido horário e outra no sentido anti-horário.
O Diagrama elétrico para partida e reversão de motor indução trifásico em 24V, tem o esquema de ligação mostrado na figura abaixo:
Funcionamento está descrito abaixo nas etapas de sinalização e funcionamento: 
  1. O sinaleiro H0 sonoro vermelho pulsante indicará emergência acionado. 
  2. O sinaleiro H1 verde indica painel energizado. 
  3. LIGAR: Estando sob tensão os bornes R,S ,T e o circuito de comando. Apertando-se a botoeira S1 - Verde, a bobina do contator K1 ( A1, A2) será energizada, esta ação faz fechar os contatos principais do contator K1 (1 com 2; 3 com 4; 5 com 6) e o motor funcionará no sentido horário. O contato normal aberto K1 (23,24) é responsável por ligar o sinaleiro H2 verde que se mantém energizado enquanto o motor funciona no sentido horário.
  4. REVERTER: Estando sob tensão os bornes R,S ,T e o circuito de comando. Apertando-se a botoeira S2 - Azul, a bobina do contator K2 ( A1, A2) será energizada, esta ação faz fechar os contatos principais do contator K2 (1 com 2; 3 com 4; 5 com 6) e o motor funcionará no sentido anti-horário. O contato normal aberto K2 (23,24) é responsável por ligar o sinaleiro H3 - Azul que se mantém energizado enquanto o motor funciona no sentido anti-horário.
  5. DESLIGAR: Para interromper o funcionamento do contator, pulsamos a botoeira S0 vermelha; este se abrirá, eliminando a alimentação da bobina K1 ou K2o que provocará a parada do motor.
  6. EMERGÊNCIA: Apertando-se a botoeira S0 vermelha, o sinaleiro H0 - sonoro vermelho pulsante indicará emergência acionado.
Diagrama elétrico de Partida e Reversão de Motor de Indução Trifásico em está disponível em: 17_09_01 Partida Direta e Reversão em 24vcc ;
© Direitos de autor. 2017: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 20/11/2017.

sábado, 7 de novembro de 2015

Atividade Prática 24 - Partida e Reversão de Motor Monofásico

Verifique se o esquema de ligação da placa do motor confere com um dos esquemas de ligação apresentados na figura. Caso os esquemas de montagem da placa e do guia sejam iguais, faça as ligações elétricas adequadas, seguindo os esquemas de montagem apropriados e apresentados.
Este Diagrama está disponível em:
15_11_07 Partida e Reversão Motor Monofásico
Depois de concluídas as ligações elétricas, coloque o motor para funcionar, através do acionamento da botoeira S1, observe qual o sentido de rotação do eixo do motor;
Inverta o sentido de rotação do rotor acionando a botoeira S2, observe que o sentido de rotação do eixo do motor será invertido, caso isto não ocorra, verifique as conexões realizadas, possivelmente contém algum erro de conexão. 
Observe que ao acionar a botoeira S2, você estará desenergizando o contator K1 e energizando o contator K2. Os contatores K1 e K2 realizam conexões diferentes um do outro, o que permite segundo as figuras, que o sentido de rotação do eixo seja invertido. É importante notar que, para motores monofásicos os esquemas de reversão, pode variar segundo o modelo do motor.
Desligue o motor, através do acionamento da botoeira S0.
Esquemas de ligação para partida direta a contator, para motores monofásicos com reversão do sentido de rotação; a) circuito de força para motor com 3 terminais e b) circuito de força para motor com 6 terminais.

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sábado, 17 de outubro de 2015

Atividade Prática 23 - Partida e Reversão de Motor de Rotor Bobinado com Aceleração Rotórica

A Partida com aceleração rotórica só é permitida para motores com rotor bobinado, pois a corrente de partida é controlada por meio da inserção de resistores em série com as bobinas do rotor do motor.
Este desenho está disponível em:
15_10_07 Partida com Aceleração Rotórica
A vantagem da utilização deste motor é que ele mantém o torque constante mesmo com a rotação reduzida, por isso é muito utilizado em pontes rolante e elevadores.
Para controlar a corrente de partida e rotação desse motor são utilizados bancos de resistores em série com os enrolamentos do rotor.
Os motores de rotor bobinado possibilitam o aumento de sua resistência rotórica através da utilização de um banco de resistência externa, conectada ao circuito rotórico, aumentando o conjugado de partida com corrente relativamente baixa.
O motor parte com os anéis coletores não curto-circuitados, e na medida em que o motor vai ganhando velocidade, o reostato deve diminuir sua resistência progressivamente até atingir o menor valor possível e então o mesmo deve ser curto-circuitado quando o motor atinge a rotação nominal.
© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 31/10/2015

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Atividade Prática 22 - Partida de Motor Dahlander com Reversão

Este diagrama está disponível em:
O motor dahlander é um motor trifásico que permite seu acionamento em duas velocidades diferentes, nesta partida as duas velocidades e reversão serão selecionadas por botões.
A Partida do motor dahlander com reversão,destina-se a máquinas que partem em vazio ou com carga e permitindo a inversão do sentido de rotação. O Relé de sobrecarga deve ser ajustado para a corrente de serviço (nominal do motor).
Este comando não possui inter-travamento permitindo a mudança de baixa velocidade para alta e reversão.
© Direitos de autor. 2015: Gomes; Sinésio Raimundo. Última atualização: 31/10/2015